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AÇÃO CRIMINOSA: Suspeitos são presos após assalto em loja de eletrônicos; veja vídeo



De acordo com o Serviço de Inteligência do 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM) do município, oito celulares, um vídeo game Xbox e um simulacro de pistola foram apreendidos

Material apreendido com assaltantes

Dois homens foram presos nesta quarta-feira, 22, suspeitos do assalto na loja de eletrônicos e eletrodomésticos Macavi, no dia anterior, no bairro Jurema, em Caucaia. De acordo com o Serviço de Inteligência do 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM) do município, oito celulares, um vídeo game Xbox e um simulacro de pistola foram apreendidos com a dupla.

Após o assalto nesta terça-feira, 21, a equipe do Serviço de Inteligência verificou as imagens do circuito interno da loja e identificou os suspeitos. Em seguida, os policiais conseguiram os endereços da dupla, que também estão localizados no bairro Jurema, mesma região do estabelecimento roubado.

Conforme informações do Serviço de Inteligência, policiais da RD 1106 foram nas residências dos suspeitos e efetuaram as prisões, além de apreender o material roubado da loja.

O assalto
De acordo com a Polícia, os dois suspeitos entraram no estabelecimento e anunciaram o assalto. Eles encheram duas bolsas com os aparelhos da loja e fugiram em um carro modelo Gol, de cor prata, dirigido por uma terceira pessoa que estava os esperando do lado de fora. O condutor do veículo ainda está foragido.

Conforme o Serviço de Inteligência, integrantes da mesma quadrilha participaram de um assalto na loja, a cerca de dez dias. Na ocasião, a Polícia foi até a residência de um dos suspeitos, mas ele conseguiu fugir. Na casa, os policiais apreenderam uma televisão, uma moto, um revólver calibre 38 e uma quantidade de drogas.


Fonte: Redação O POVO Online


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ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA FIFA: Tesoureiro da Conmebol é preso na Bolívia



O juiz Roberto Valdivieso também determinou a prisão domiciliar do secretário executivo da FBF, Alberto Lozada, braço direito do tesoureiro Carlos Chávez
O presidente da Federação Boliviana de Futebol (FBF), Carlos Chávez, em entrevista coletiva, em 27 de junho de 2007, em San Cristóbal FOTO: AFP / YURI CORTEZ
A justiça da Bolívia ordenou nesta terça-feira, 21, a prisão preventiva do tesoureiro da Conmebol e presidente da Federação Boliviana de Futebol (FBF), Carlos Chávez, detido na sexta-feira por suposta corrupção, informou a Procuradoria Geral do país.
O procurador geral, Ramiro Gerrero, informou em comunicado que recomendou à justiça boliviana que "determine a prisão preventiva (...) na prisão de Palmasola, em Santa Cruz", uma das prisões mais perigosas do país.
O juiz Roberto Valdivieso também determinou a prisão domiciliar do secretário executivo da FBF, Alberto Lozada, braço direito de Chávez.
Chávez foi preso inicialmente na sexta-feira a pedido da Procuradoria Geral e, nesta terça-feira, numa audiência cautelar, o juiz Roberto Valdivieso determinou que seja mandado à prisão de Palmasola.
Em conversas com jornalistas da cidade de Sucre, onde aconteceu a audiência, Chávez afirmou que o processo "não tem pé nem cabeça" e que "não foi provado absolutamente nada".
Seu advogado, Jaime Tapia, afirmou que apelará da decisão judicial e pedirá que o cliente responda ao processo em liberdade.
Depois de recolher testemunhos de cerca de 40 pessoas, a procuradoria decidiu acusar Chávez e Lozada de corrupção. Em especial, a justiça investigou um suposto desvio de dinheiro na renda de uma partida entre Bolívia e Brasil, em 2013.
A princípio, a renda desta partida seria doada à família de Kevin Beltrán, jovem que morreu ao ser atingido na cabeça por um sinalizador num jogo contra o Corinthians, em 2013.
Fonte: AFP / O Povo


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CIÊNCIA E SAÚDE: Brasileiros questionam como fóssil de cobra com patas chegou à Alemanha



Fóssil originário do Ceará foi descrito na prestigiada revista 'Science'.
Ele está em museu alemão; governo brasileiro desconfia de 'descaminho'.
Eduardo CarvalhoDo G1, em São Paulo

Ilustração mostra como seria a espécie Tetrapodophis, descoberta por paleontólogos na região da Formação Crato (Foto: Reprodução/Nature/Julius Cstonyu)Ilustração mostra como seria a espécie Tetrapodophis, descoberta por paleontólogos na região da Formação Crato (Foto: Reprodução/Nature/Julius Cstonyu)
Fóssil de espécie de cobra com patas que foi descoberto na Formação Crato, na Bacia do Araripe, no Ceará (Foto: Reprodução/Nature)Fóssil de espécie de cobra com patas que foi descoberto na Formação Crato, na Bacia do Araripe, no Ceará (Foto: Reprodução/Nature)
Segundo os estudiosos brasileiros, a peça, originária da Formação Crato, na Bacia do Araripe, no Ceará, pode ter sido retirada de maneira ilegal do país e levada para a Alemanha, onde está abrigada no Museu Bürgermeister-Müller, na cidade de Solnhofen.
Normas
Eles alegam que os autores do artigo científico reconhecem que a peça analisada é originária do Brasil, mas afirmam que eles não seguiram normas exigidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq, para estudos de fósseis achados aqui.

"Informações importantes quanto à origem do fóssil são deixadas de lado para que o autor não seja incomodado por nós brasileiros quanto à origem do fóssil descrito", afirma Antônio Álamo Feitosa, diretor científico do Geopark Araripe, local onde o fóssil foi encontrado, segundo o artigo.
Acreditamos que a saída desse fóssil tenha sido ilícita, por descaminho"
Felipe Chaves, DNPM
Felipe Chaves, chefe da divisão de proteção de depósitos fossilíferos do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), órgão do Ministério de Minas e Energia que poderia autorizar a exportação de um fóssil, garante que não foi concedida permissão para este objeto desde que o departamento tem essa atribuição (2006).
"A peça saiu do Brasil sem a anuência do DNPM", garante Chaves. Mesmo se tivesse saído do país antes de 2006, dificilmente seria por meios legais, já que, desde 1942, a comercialização de fósseis é restrita por lei por serem considerados bens da União. "Acreditamos que a saída desse fóssil tenha sido ilícita, por descaminho", afirma.
A descrição do fóssil foi publicada nesta quinta-feira (23) na revista "Science", em artigo assinado por David M. Martill, paleontólogo da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido, que já atuou no Brasil, além de Helmut Tischlinger e Nicholas Longrich.

Cobra com pernas

Ilustração mostra como seria a espécie Tetrapodophis, descoberta por paleontólogos na região da Formação Crato (Foto: Reprodução/Nature/Julius Cstonyu)Ilustração mostra como seria a espécie Tetrapodophis, descoberta por paleontólogos na região da Formação Crato (Foto: Reprodução/Nature/Julius Cstonyu)
O material apresenta a espécie Tetrapodophis amplectus, uma cobra de quatro patas que viveu no território onde atualmente fica o Brasil, quando ainda existia o supercontinente Gondwana.
A ciência atual não tem dúvida de que lagartos e cobras, em termos de evolução, são espécies muito próximas. O que se tinha comprovado até então era que, com o passar do tempo, os lagartos evoluíram para lagartos com corpo de serpente e patas, e, posteriormente, para serpentes. Agora, o fóssil é uma peça dessa evolução: as cobras com patas.
“É o primeiro fóssil de cobra com quatro patas e cinco dedos. Isso muda a história evolutiva das cobras. Conheciam-se apenas três estágios e agora, eles são quatro”, explica Álamo.
Mas, na opinião dele, essa descrição só aconteceu porque houve desrespeito à legislação brasileira, que desde 1942 proíbe a extração e posterior comercialização desses itens.
No material complementar da "Science", os autores do estudo afirmam que a peça está há décadas em uma coleção particular, que atualmente se encontra no museu alemão.
É um material que deve ser fantástico. Saiu do nosso país, está depositado fora, estudado por pessoas de fora"
Max Langer, presidente da Sociedade Brasileiro de Paleontologia
Retirada do país
De acordo com Max Langer, presidente da Sociedade Brasileira de Paleontologia, é provável que esse material tenha saído do país há poucos anos, mas não é possível comprovar.

“A gente fica indignado com um negócio desses. É um material que deve ser fantástico. Saiu do nosso país, está depositado fora, estudado por pessoas de fora”, disse.
“A sociedade não tem o que fazer, mas uma vez que o fóssil está fora do Brasil, passa a ficar fora da alçada da Polícia Federal”, disse ele, citando que a PF é responsável por coibir o contrabando de peças.
Felipe Chaves, do DNPM, acredita que poderia haver repatriação. "Há a possibilidade de repatriação desse fóssil. Como acreditamos que a sua saída do país se deu por descaminho, a primeira medida a ser tomada é a caracterização do delito, via investigação da Polícia Federal", afirmou.
Comprovado o crime de descaminho, e com o apoio do Ministério das Relações Exteriores, o governo brasileiro poderia requerer ao governo alemão a repatriação desse fóssil, explica Chaves.
Atualmente, para um pesquisador estrangeiro atuar no Brasil, é preciso apresentar um projeto de pesquisa ao CNPq que tenha parceria com pesquisadores brasileiros. Após análise, o órgão, ligado ao Ministério da Ciência, autorizaria o estudo.
“Sou só um cientista que viu um espécime no museu”"
David Martill, paleontólogo
O que diz o autor
O G1 procurou o pesquisador inglês David Martill. Por e-mail, ele disse não saber quando esse fóssil foi retirado do Brasil e levado da Alemanha. “Sou só um cientista que viu um espécime no museu”, afirmou.

Questionado se ele tinha alguma autorização de órgãos brasileiros ou parceria com universidades do país para conduzir a pesquisa, de acordo com as regras do CNPq, Martill explicou que não vem ao Brasil há pelo menos dez anos e que “não precisa de autorização do Brasil para estudar fósseis brasileiros em coleções dos Estados Unidos ou Europa”. “Posso estudar o que eu quero aqui”, completou.
Museu
O Museu Bürgermeister-Müller também foi procurado para informar quando o fóssil chegou ao local e como. No entanto, o diretor Martin Röper não respondeu aos questionamentos e pediu apenas que a reportagem procurasse Martill.

O CNPq não informou se há pesquisas conduzidas no país com os nomes dos autores do artigo. Apenas afirmou que o órgão “financia projetos de pesquisa em território brasileiro que incluam pesquisadores estrangeiros, desde que estejam mediante acordo de cooperação internacional com instituições brasileiras”. 
O conselho disse ainda que “não é da competência do CNPq autorizar e fiscalizar a exportação de fósseis descobertos no Brasil”.
Já a revista “Science” informou que os autores abordaram questões sobre a proveniência do fóssil dentro do material suplementar do artigo, o que foi considerado suficiente para a publicação do estudo.
“Não temos informações sobre como foi coletado ou por quem, mas ficamos satisfeitos com as provas científicas dos autores, de que o material foi retirado de um sítio [arqueológico] brasileiro”, informou a revista por e-mail.
Bacia do Araripe, Ceará
  • Região do Ceará abriga geoparque
Pterossauro
O Geopark Araripe tem uma área de 3,7 mil km² e abrange seis cidades cearenses. A região era considerada área de proteção ambiental desde 1997 e, em 2006, foi integrado à Rede Mundial de Geoparques, iniciativa da Unesco, agência da ONU para educação, ciência e cultura, com a União Internacional de Ciências Geológicas. O objetivo dos geoparques é preservar áreas naturais que tenham um rico valor geológico e paleontológico.

Mas isso não impediu que, no ano passado, uma operação da Polícia Federal desmantelasse uma quadrilha internacional que roubava da Chapada do Araripe fósseis raríssimos para revenda no exterior, como um esqueleto completo de pterossauro, réptil voador que viveu há cerca de 100 milhões de anos.
O material foi apreendido e entregue para pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). A investigação revelou que a remessa interceptada na França tinha como destino final os Estados Unidos. Mais especificamente, um museu particular.
Fonte: G1


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TRÁFICO INTERESTADUAL: PF cumpre mandados judiciais contra quadrilha de tráfico de drogas no Ceará e em Rondônia



A investigação aponta que a organização criminosa transportava, mensalmente, cerca de 150 kg de cocaína entre Ceará e Rondônia. Os criminosos mantinham um alto padrão de vida, com imóveis e veículos de luxo

PF cumpre mandados contra quadrilha por  tráfico de drogas

Polícia Federal de Rondônia deflagrou, nesta quinta-feira, 23, operação de combate ao tráfico interestadual de drogas em Porto Velho (RO) e Fortaleza (CE). A investigação aponta que a organização criminosa transportava, mensalmente, cerca de 150 kg de cocaína entre os estados. Na rota de tráfico, foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, 11 de prisão e cinco de conduções coercitivas.

Segundo a PF, a operação "Nova Dimensão" suspende ainda atividades comerciais de dois estabelecimentos utilizados como "fachada" para os crimes. Tanto em Fortaleza como em Porto Velho foram identificados imóveis de alto padrão e veículos, adquiridos pela prática ilegal.

Os locais e o número de presos, em cada estado, ainda estão sendo finalizados pelo delegado Leonardo Marino, titular da Delegacia de Repressão ao Tráfico de Drogas de Rondônia, conforme O POVO apurou. O principal investigado, que não teve a identidade revelada, também está relacionado ao tráfico internacional de drogas. 

Os presos serão ouvidos na sede da Superintendência da PF, em Roraima, para serem encaminhados ao Presídio Pandinha e à Penitenciária Estadual Feminina, onde devem responder pelos crimes de tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais, perante a Justiça Estadual.

Os policiais federais identificaram que os criminosos mantinham, em sua maioria, um padrão devida totalmente incompatível com os rendimentos auferidos, visto que não exerciam nenhuma atividade lícita que pudesse subsidiar os bens imóveis e veículos que possuíam em nome de familiares e terceiros (laranjas).

Tráfico interestadual 

O caso começou a ser apurado pela PF em janeiro, após denúncias sobre uma organização criminosa bem estruturada, com ramificações em outros estados e transporte mensal de cocaína. 

De acordo com a assessoria de imprensa da PF, vários membros da organização foram presos em flagrante por tráfico de drogas durante o transporte dos entorpecentes até a região nordeste do Brasil. As apreensões ocorreram em diversos pontos do país, tal como no Distrito Federal e no Maranhão.

Tráfico internacional 

A PF de Rondônia também deflagrou, nesta quinta-feira, 23, a “Operação 01” de combate ao tráfico internacional de drogas, com o cumprimento de 30 mandados judiciais, 18 de prisão e 12 de busca e apreensão nas cidades de Guajará-Mirim, Ji-Paraná e Porto Velho. Os presos devem ser ouvidos e encaminhados a Casa de Detenção de Guajará- Mirim, sendo autuados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, perante a Justiça Federal.

Segundo a investigação da “Operação 01”, um grupo criminoso adquiria , em 2013, substâncias entorpecentes diretamente na cidade de Guayaramerín, na Bolívia. O sistema de “consórcio de drogas” seria remetido para os outros estado do Brasil. No mesmo ano, policiais federais de Guajará-Mirim realizaram algumas apreensões de drogas da quadrilha. 

Parte da quadrilha seria responsável pela receptação de veículos furtados em Porto Velho e região, que eram transportados até a fronteira com a Bolívia, nas margens do rio Mamoré em Guajará-Mirim e Nova Mamoré. De lá, eles eram atravessados para o país vizinho servindo como pagamento pela droga enviada ao Brasil.

Fonte: Redação O POVO Online


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NACIONAL: Engarrafamento em balneário do Pará irrita turistas nas férias escolares



Banhistas das praias do Atalaia e Farol Velho dividem espaço com carros.
Fiscalização é feita pela Secretaria de Segurança Pública e Detran.
Do G1 PA

Praia do Atalaia, em Salinas, vira ponto de encontro de motoristas (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)Praia do Atalaia, em Salinas, vira ponto de encontro de motoristas (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)
O empresário Adauto José Souto mora em Belém mas, ao contrário de muitos paraenses que aproveitam as altas temperaturas no mês de julho, decidiu passar as férias em Minas Gerais em vez de procurar os balneários do nordeste do estado. O motivo, segundo ele, é a irritação provocada pelo tráfego de veículos nas praias de Salinópolis, ou Salinas como é mais conhecida pelos veranistas do estado a cidade que fica a 214 km da capital.
"Não gosto muito de ir para Salinas por causa dos carros que ficam nas praias. Deveriam fazer um grande estacionamento nas proximidades, porque os veículos incomodam demais as pessoas. Além disso há risco de acidentes: eu já vi alguns carros colidindo nas praias de Salinas", disse.
O tráfego de veículos é liberado nas praias do Atalaia e Farol Velho, onde banhistas disputam espaço com carros e motocicletas. Segundo o universitário Pedro Braga Silva, este é o grande problema do balneário. "Os carros em si não impedem a minha diversão, o que impede é a falta de organização na praia. Sempre passei as férias em Salinas e este sempre foi o grande problema", disse.
Faixa de areia da praia fica tomada por veículos (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)Faixa de areia da praia fica tomada por veículos
(Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)
Mudança de hábito

O advogado Breno Peck é frequentador assíduo das praias de Salinas, mas em 2015 preferiu ficar em casa. "Vou todo santo julho. Este ano eu não fui, dentre outros motivos, pela praia ser assim e eu não querer expor meu filho pequeno, que acabou de aprender a engatinhar e sai por aí sem aviso, a este tipo de risco", explica.

De acordo com o advogado, a presença de carros na faixa de areia é um risco para motoristas e pedestres. "Pra quem dirige é arriscado entrar num lugar errado, tem muito engarrafamento e ainda arrisca atropelar alguém. Pra quem anda a pé por não poder aproveitar a praia direito", conta. 
A alternativa para quem faz questão de apreciar o litoral, segundo Peck, é mudar hábitos. "Das últimas vezes em que fui, fiz esquema de vovô: levantei antes das 8h pra chegar na praia umas 9:15, e saí lá pelas 13 ou 14h, sendo que voltei de Salinas às 8 da manhã de um domingo. Frequentar praia esse horário não garante, mas ao menos aumentam as chances, de evitar conviver com porres, porres ao volante, música ruim alta, lixo outras coisas ruins típicas de gente extremamente mal educada, que não só atrapalham o descanso como também colocam a gente em risco".
Praia do Atalaia tem faixa destinada para os carros, diz Segup (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)Praia do Atalaia tem faixa destinada para os carros,
diz Segup (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)
Fiscalização de trânsito

O ordenamento do trânsito nas praias de Salinas é feito pela Secretaria de Segurança Pública do Pará em parceria com o município e o Detran. Segundo o coronel Hilton Benigno, que coordena a operação, o principal desafio é ordenar o fluxo de veículos na areia. "Devido ao elevado número de veículos no período de férias fizemos uma parceria com barraqueiros para criar um corredor de tráfego", explica.

Por este corredor passam carros e motos. Os quadriciclos, de acordo com o coronel, só podem transitar em um local isolado para evitar acidentes. "Eles tem uma área específica desde 2014. Temos circulação de carros e motos, e não permitimos a entrada de veículos na maré cheia, porque é um risco. Divulgamos a tábua de marés amplamente, e temos os bombeiros para atuar em caso de risco", disse.
Operação Verão foca na Lei Seca, segundo coronel Hilton Benigno (Foto: Divulgação / Agência Pará)Operação Verão foca na Lei Seca, segundo coronel
Hilton Benigno (Foto: Divulgação / Agência Pará)
Lei seca na areia e no asfalto

Segundo o coronel Hilton, o tráfego de veículos na areia também causa outra preocupação nos agentes de segurança pública: evitar que pessoas que beberam na praia voltem para a cidade dirigindo. Motoristas flagrados na fiscalização podem ser multados em cerca de R$ 2 mil e, além da infração, responder a processo criminal.

"A lei seca é o principal da operação. Felizmente observamos uma mudança na cultura da saída das praias, mas ainda assim até o dia 21 fizemos mais flagrantes que no ano passado: foram cerca de 40, contra 38 em 2014. Mas os testes negativos também aumentaram, o que é bom. A nossa intenção não é estar lá para prender, fazer auto de infração, multar. É educar para os motoristas não combinarem bebida e direção. E temos sido implacáveis: as fiscalizações iniciam na madrugada e vão até 8, 9 horas da manhã seguinte, quando ainda tem gente na praia", disse o coronel.
Praias do Atalaia e Farol Velho são as mais procuradas de Salinas (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)Praias do Atalaia e Farol Velho são as mais procuradas de Salinas (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)Fonte: G1


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MUNDO: Dois jovens matam os pais e três irmãos em Oklahoma



Robert Bever, suspeito de matar os pais e três irmãos a facadas em Broken Arrow - AP


Dois irmãos foram presos nesta quinta-feira suspeitos de matarem a facadas os pais e três irmãos de 12, 7 e 5 anos no subúrbio de Broken Arrow, no estado de Oklahoma. De acordo com a polícia local, Robert Bever, de 18 anos, e seu irmão, de 16, não resistiram à prisão ao serem encontrados aproximadamente a 200 metros da casa onde moravam, o local do crime.

David Bever, de 52 anos, e April Bever, de 44, e seus filhos viviam em um bairro nobre cercado por um campo de golfe. Os nomes do filhos — dois meninos, de 12 e 7 anos, e uma menina de 5 anos — não foram divulgados. Uma irmã de 13 anos sobreviveu ao ataque e foi levada para um hospital em estado grave. A caçula de dois anos foi encontrada sem ferimentos dentro da casa.

O crime aconteceu na noite de quarta-feira. A polícia chegou ao local depois de receber uma ligação em que ninguém falava. Acredita-se que a jovem de 13 anos teria ligado pedindo socorro. As autoridades locais não deram detalhes do possível motivo dos assassinatos, segundo o ‘The New York Times’.

— Não sei como nós, pessoas racionais, podem entender como você tem motivos para matar as pessoas que lhe criaram e seus irmãos — disse o chefe de polícia de Broken Arrow, Leon Calhoun

Os suspeitos usaram diversas armas laminadas, incluindo até um machadinho.


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Amanda Djehdian, do 'BBB 15': 'Toda mulher deve ser e se sentir sensual'



Amanda Djehdian não tem dúvida: está na melhor fase da sua vida. Também, pudera: aos 29 anos, a vice-campeã do "Big Brother Brasil 15" está com a agenda lotada de compromissos profissionais, o cofrinho cada vez mais cheio e o corpo com cada vez menos quilinhos. Ela que saiu do reality show com 62kg já chegou aos 58.
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Para comemorar, Amanda fez um ensaio mostrando o corpão e esbanjando sensualidade. As mudanças, ela conta, são visíveis. "Quem não me vê há algum tempo logo repara. A perna e o bumbum não vejo tanta diferença. mas a minha cintura afina bastante, é impressionante", comemora.
Amanda conta que o assédio depois do "BBB 15" aumentou, assim como as cantadas, mas ela não liga. "Aqui no Rio mesmo um carro passou na rua e um homem me chamou de gostosa. Eu acho engraçado e levo na esportiva. Por outro lado, nunca recebi uma proposta indecente, acho que é porque não dou abertura", diz.
A única proposta que Amanda recebeu foi negada por ela: a de sair nua em uma revista masculina. "A 'Playboy' não desistiu, conversou de novo comigo, mas nunca tive essa pretensão. É uma revista extremamente conceituada e linda. E se um dia eu fizer vai ser de extremo bom gosto", conta ela, que também diz não querer mudar nada no corpo: "Tenho as próteses de silicone desde os 20 anos. Só faço a troca quando necessário, mas gosto do meu corpinho assim, gostosinho".
O ensaio realizado nas praias de Grumari e Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, mostrou uma Amanda ainda mais segura de si. Na entrevista, ela falou que desde a época da adolescência já chamava a atenção pelo corpão e causava ciúme na mulherada.
"Desde pequenininha tinha perna grossa. Depois que fiquei adolescente ficou mais evidente. Eu já dançava, então o corpo foi ficando bonito, chamava a atenção. Na época do colégio era 'bunduda', tinha pernão e as meninas eram mais magrinhas. Eu tinha vergonha!", lembra. "Sempre fui amiga de menino, andei com a turma do fundão, eles me respeitavam. Por outro lado, tive poucas amigas mulheres e elas sempre olharam torto, mas nada mudou", alfineta.
Do corpo, ela elege suas partes favoritas: "Gosto das minhas costas e do bumbum", diz a ex-BBB, que faz crossfit. "É puxado, mas é muito bom", diz animada, enquanto se solta em poses na areia: "Acho que toda mulher deve ser e se sentir sensual".
'Ele me chama de minha mulher', diz ela sobre namorado
Amanda está com o empresário Gustavo Bernardes há pouco mais de um mês. Ao falar dele, se derrete toda e conta detalhes do relacionamento. "Esses dias acordei e fiquei falando que o espelho era maravilhoso e que eu estava magra. Ele ficou olhando para mim com uma cara tão bonitinha. Ele tem bom humor, é parecido comigo. Tira sarro da minha cara, tiro sarro dele", conta a ex-BBB, que conheceu o empresário dias antes de entrar no reality show. "Um amigo nosso nos apresentou. Nós trocamos telefone e ele mandou mensagem no dia que entrei no programa, só que eu já estava sem telefone. Depois soube que ele ficou chateado porque não respondi. Só depois de tudo a gente se encontrou e saiu para jantar".
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A ex-BBB não gosta de classificar o relacionamento que tem com Gustavo, mas ao ser perguntada como é apresentada por ele aos amigos, revela: "Ele me apresenta como 'minha mulher'. Homem tem isso, né? Acho que o dia a dia representa mais do que um rótulo". Recentemente, ela foi apresentada à família do empresário e se assustou ao perceber que as pessoas a conheciam. "Fui ao casamento da irmã dele e todos me trataram bem. Foi engraçado porque eu dizia 'prazer, Amanda' e eles diziam 'a gente sabe'. Não me vejo como uma pessoa famosa, nada mudou pra mim. Se falam que sou diferente pessoalmente, digo que o HD não me favoreceu", brinca.
A paulista diz ainda que não tem problema em ser reconhecida como ex-BBB e que escolhe muito bem os trabalhos que vai fazer: "Entrei no programa ciente de que todo mundo ia saber meus defeitos e qualidades. Para mim, ser ex-BBB não é ofensa. Se me deram essa oportunidade é porque confiaram em mim. Sei que vão me chamar de ex-BBB pelo resto da vida, e eu sou mesmo. Faço algumas presenças, mas não troco minha casa e meus amigos para ficar trabalhando absurdamente. Tenho minha loja e continuo cuidando dela. O que quero é ser feliz".
Fonte: Com informações do G1


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